Use of the Northeast Brand and its Protection

Camila Souza Vieira, Robelius De Bortoli

Resumo


The article on loco addresses the application of registration of the northeast mark with the INPI bringing to the surface as it has been used the mark with respect to period, status and service or product. There is a need to show the importance of conducting a search before launching or requesting registration of a brand, from this we have the objective of analyzing the registration of the "Nordeste" brand seeking to encourage its use through a survey. The "nordeste" term refers to regional characteristics, which can lead to temporal, spatial or cultural imagery (tastes, characteristics, climate, dance, strength, beauty, etc.). The customer or user, when choosing the brand they want to buy or even loyalty, seeks a relationship with the image, notoriety, personality, interpretations, visibility, credibility and sensations that they bring. Realizing the Brazilian economic reality, it is evident the need to invest in potentializing the brands so that they have a differential of the products or services that make them competitive or premium in the market niche in which they are. For this discussion, a documentary descriptive research was used, being the analysis of quantitative and qualitative character, being evident the importance of the intellectual property in the level of prospection and protection, emphasizing to INPI (National Institute of Intellectual Property) and the existence of interest in the use of the Northeast brand, verified through the presence of orders in different areas, which shows the importance of checking what already exists before requesting registration.


Palavras-chave


Intellectual Property; Mark; Northeast; Protection

Texto completo:

PDF

Referências


BARBOSA, D. B. Da proteção real a marca não registrada no Brasil. PIDCC, Aracaju, 2012. 73-117.

BRASIL, Lei n. 9.279, de 14 de maio de 1996. Regula direitos e obrigações relativas a propriedade industrial. Diário oficial da União. Brasília, 15 de maio de 1996.

BRITO, C. Uma abordagem relacional ao valor da marca. Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Lisboa, v. 9, p. 15, junho 2010.

GOMES, L. S. R. Sonhar é preciso. Seminário de Branding e design gráfico, Santa Catarina, 2014.

MALLMANN, Q. O poder das marcas: marcas registráveis e não registráveis. PIDCC, Aracaju, maio 2014. 29 a 35.

MAYERHOFF, Zea Duque Vieira Luna. Uma Análise Sobre os Estudos de Prospecção Tecnológica. Cadernos de Prospecção, v. 1, n. 1, p. 7 – 9, 2008.

MARUJO, N. A Cultura, o Turismo e o Turista: que relação? Revista de investigación en turismo y desarrollo local, 7, n. 16, junho-julho 2014. 12.

OLIVEIRA, B.; CAMPOMAR,. Revisitando o posicionamento em marketing. REGE Revista de Gestão , São Paulo, v. 14, n. 1, p. 41-52, janeiro-março 2007.

STREHLAU, S. et al. Prontidão ao consumo de marcas de luxo falsificadas. Revista de Administração da UNIMEP, São Paulo, v. 12, n. 2, maio-agosto 2014.

TRIVINOS, Augusto Nivaldo Silva. Introdução á pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

VARELLA, Marcelo Dias; MARINHO, Maria Edelvacy Pinto. A propriedade intelectual na OMC. Revista do Programa de Mestrado em Direito do UniCEUB, Brasília, v. 2, n. 2, p.484-501, jul./dez. 2005.

VASQUEZ, R. P. Identidade de marca, gestão e comunicação. Organicom, 2007. 14.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Revista INGI - Indicação Geográfica e Inovação

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Licença Creative Commons
Revista INGI - Indicação Geográfica e Inovação. A Revista INGI está licenciada com a Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional

ISSN: 2594-8288

Esta Revista é uma publicação da Associação Acadêmica de Propriedade Intelectual - API - www.api.org.br